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ABI – Implante Auditivo no Tronco Cerebral

O Implante Auditivo no Tronco Cerebral desvia os sinais do nervo auditivo e do pavilhão auditivo interno, transmitindo sinais elétricos diretamente ao cérebro.

O implante coclear, desenvolvido na década de 70, foi o primeiro tratamento bem-sucedido para casos de surdez aguda.

Um pequeno processador de fala, implantado sob a pele, envia sinais elétricos de um microfone colocado acima do pavilhão auditivo diretamente para um eletrodo no coclear, desviando das partes afetadas do pavilhão auditivo. A partir do coclear, o nervo auditivo transmite sinais para o cérebro, onde são captados como sons.

Mas, mesmo o implante coclear mais sofisticado não se mostra eficaz quando o próprio nervo auditivo está afetado como por exemplo nos casos de NF2 .

Desde 1997, a Clinica Universitaria de Navarra (CUN), na Espanha, tem trabalhado junto a uma empresa britânica de pequeno porte, a Cochlear UK, para desenvolver eletrodos a fim de estimular a superfície do núcleo coclear, a região do tronco cerebral que processa sinais auditivos, desviando não apenas do pavilhão auditivo mas também do nervo auditivo.

Implantes Auditivos no Tronco Cerebral (ABIs) foram feitos em mais de 50 pacientes cujos nervos auditivos estavam profundamente afetados por tumores e, em todos os casos, um certo grau de audição foi recuperado.

Segundo o Dr. Manuel Manrique da CUN, "Determinamos os parâmetros corretos para a estimulação elétrica e mostramos que o material empregado é seguro".

Remoção Completa do neurinoma do acústico e Implante Auditivo no Tronco Cerebral (ABI)

Devido ao grau de incidência destes tumores, a completa remoção cirúrgica sem preservação  auditiva é o procedimento mais comum. Esta opção é indicada para pacientes com tumores de grandes dimensões com compressão do tronco cerebral, mesmo quando há boa audição.

Pode-se adotar duas abordagens cirúrgicas, através do labirinto (translabiríntica) ou abaixo do lobo (suboccipital), mas a abordagem suboccipital possui risco um pouco maior de recorrência do tumor.

Em pacientes que perderam a audição após a completa remoção do tumor, o implante auditivo no tronco cerebral (ABI) pode ser uma opção para permitir a continuidade das sensações auditivas.

Em 1979, os doutores William House e William Hitselberger, do House Ear Institute (HEI) de Los Angeles, implantaram em uma paciente portadora de NF2 uma versão anterior do dispositivo.

Ele foi colocado em uma estação de relé no caminho auditivo do cérebro chamado de núcleo coclear. O ABI propiciou a esta paciente sensações auditivas benéficas e ela ainda o utiliza diariamente.

A nova versão multicanal do ABI , desenvolvida em 1992, pelo HEI e pela Cochlear Corporation e aprovada pelo FDA em 2000, foi implantado em mais de 92 pacientes nos Estados Unidos e mais de 300 pacientes ao redor do mundo. Na maioria dos casos, o desempenho de implantes com o ABI multicanal não é tão bom quanto o de implantes com o coclear multicanal. Apesar disso, o ABI muti-canal permite sensações de audição benéficas que ajudam a pessoa a ter consciência do som e da comunicação.

ABI

Implante Auditivo no Tronco Cerebral (ABI) Multicanal

ABI

Na prática, nem todos têm acesso ao ABI. É necessário um acompanhamento intenso no primeiro ano após sua implantação, além do uso diário do dispositivo para maximizar o benefício. Por isso, deve-se discutir muito com o centro de implantes antes de optar pela utilização do ABI. Candidatos em potencial ao ABI precisam estar dispostos a aceitar as limitações do dispositivo e estarem altamente motivados a utilizar tal dispositivo no seu dia-a-dia. Isso é essencial para prolongar o desempenho e os benefícios.

ABI Performance Graph

Gráfico de desempenho do ABI com o tempo em um teste de compreensão de frases

O som propiciado pelo ABI costuma ser mais útil quando associado a sugestões de leitura labial. O som do ABI se mostrou eficaz na compreensão de frases faladas, sendo que 35% em média era somente de leitura labial. Alguns pacientes chegam a ter uma melhora de 75%. Mas, a presença de reconhecimento significativo de frases apenas com base em som sugere potencial para o desempenho aperfeiçoado do ABI após o reconhecimento de frases.

No momento, contudo, o ABI só está disponível em um número restrito de centros com treinamento especializado (incluindo o HEI) nos Estados Unidos, na Austrália, na Europa e na América do Sul.

Papel do Audiologista

O papel do audiologista ao trabalhar com portadores de NF2 é importante e multifacetado, segundo Otto. Além de darem apoio, os audiologistas precisam ser profissionais experientes e conhecedores de eletrônica. “NF2 é uma doença grave e seus portadores têm muitas dúvidas sobre a doença e o ABI”, diz ele.

Ele acrescenta que “o audiologista precisa ser capaz de dizer aos pacientes o que o ABI pode ou não fazer, garantindo um razoável atendimento às suas expectativas”. Ele também destaca que “os audilogistas precisam rever isso junto ao paciente antes da estimulação inicial”.

O ABI permite o acesso a sons ambientais e leitura da fala, mas poucos pacientes conseguem compreender a fala apenas com a audição, segundo Otto.

Usando o ABI para distinguir sons e leitura da fala, a maioria dos pacientes conseguem atingir uma média de 65% em testes de reconhecimento de frases, o que representa um aumento em cerca de 30% comparado à leitura de fala sozinha.

Após dois anos de uso do ABI, alguns pacientes são capazes de compreender 20% de frases (CUNY) sem a leitura da fala. Por outro lado, mais de 50% dos pacientes com dispositivo de implante coclear atual conseguem compreender a fala sem a leitura de fala.

A programação de um ABI é semelhante à programação de um implante coclear, com a exceção de que alguns pacientes talvez não percebam diferenças em pitch, e um número maior de pacientes experimentam sensações não-auditivas, observa Otto.

 “É fundamental que audiologistas e patologistas da fala-linguagem saibam que existe ajuda para portadores de NF2 ou outras condições que afetam o nervo auditivo”, diz Otto.

Para obter informações gerais sobre esses centros e o ABI, entre em contato com o fabricante, Cochlear Corporation, 61 Inverness Drive East, Suite 200; Englewood, Colorado 80112; telefone 800-523-5798 (viva-voz ou TDD).

Fonte : House Ear Institute – www.hei.org

 




Implante de Eletrodo Penetrante Auditivo no Tronco Cerebral 

O implante de eletrodo penetrante auditivo no tronco cerebral (PABI) é um dispositivo protético auditivo que atualmente está sendo testado clinicamente.

O dispositivo testado destina-se a melhorar o reconhecimento vocal para pacientes que sofrem de uma doença hereditária chamada Neurofibromatose Tipo II (NF2) que pode causar perda total da audição devido ao crescimento de tumores bilaterais nos nervos vestibulares.

Devido a localização destes tumores, sua remoção normalmente requer a  dissecação do nervo auditivo. Um implante coclear não pode ser usado pois o nervo auditivo não consegue levar os sinais da coclea para o núcleo coclear no tronco cerebral.

O PABI é uma versão modificada do Implante Auditivo no Tronco Cerebral (ABI), que recebeu a aprovação do Food and Drug Administration em 2000, usando eletrodos destinados a ativar os neuronios auditivos com maior precisão a fim de melhorar o reconhecimento vocal. 

A grande diferença entre o ABI e o PABI, é que o ABI utiliza eletrodos de superficie, enquanto o PABI possui uma montagem de microeletrodos que tem por objetivo fornecer estimulação seletiva de variação sonora, diretamente nas diferentes zonas de variação de som na porção auditiva do tronco cerebral (núcleo coclear).

Como resultado desta mudança, os pacientes poderão obter benefícios auditivos melhores de micro-estimulação no tronco cerebral com o novo arranjo de eletrodos penetrantes em comparação a aqueles que recebem estimulação via eletrodos de superfície do ABI já existente.

O ABI e o PABI diferem em tecnologia do implante coclear e na capacidade de estímular o cérebro diretamente, a partir do tronco cerebral em vez de estimular a coclea.

O novo dispositivo PABI foi desenvolvido por cientistas e engenheiros da The House Ear Institute e Huntington Medical Research Institutes (HMRI) nos EUA, e Cochlear Limited na Australia.

Ilustração do PABI

 * PABI Artwork (acima) Cortesia de Cochlear Corporation/ Cochlear Limited

Perguntas e Respostas da Mídia

Quanto tempo de pesquisa foi necessário para o desenvolvimento do PABI ?

Foram necessários 12 anos de pesquisa na área, para o desenvolvimento do PABI penetrante com seis eletrodos semelhantes a agulhas.

Qual é a diferença entre o PABI e seu predecessor ABI  (Implante auditivo no Tronco Cerebral)) ?

O PABI usa eletrodos destinados a ativar neuronios da audição com maior precisão.

Os eletrodos são dispostos em diferentes tamanhos para estimular diferentes regiões de freqüência no núcleo coclear, com a esperança de proporcionar uma melhor percepção de pitch.

O dispositivo PABI tem eletrodos contendo a matriz de superfície e a matriz penetrante, enquanto o ABI, possui apenas a matriz de superfície.

Quais benefícios auditivos do PABI serão superiores aos alcançados pelos do ABI ?

Supõem-se que os usuários do PABI possam melhorar o reconhecimento vocal.

O estímulo da superfície do núcleo coclear produz uma mistura de sons. Com isso, os pacientes continuam a encontrar dificuldade para entender a fala com o ABI 24 comercial.

Os parceiros esperam que o novo implante com eletrodos que penetram abaixo da superfície do tronco cerebral proporcionará melhores resultados, permitindo que sons de diferentes freqüências sejam processados em diferentes regiões e, portanto, possam ser distinguidos mais claramente.

No que o PABI e o ABI diferem do implante coclear (IC) ?

O implante coclear estimula a coclea (ouvido interno) enquanto que o PABI/ABI estimulam o cérebro diretamente do tronco cerebral. 

O PABI e o ABI utilizam as tecnologias básicas semelhantes ao implante coclear ? , em caso afirmativo, que components são compartilhados ?

O processador e transmissor externo de som, o receptor interno e método de processamento de som são os mesmos para os sistemas de implante coclear e do PABI/ABI.

Espera-se que todos os pacientes PABI recebam os mesmos benefícios ?        

Assim como com outros dispositivos protéticos auditivos poderá existir uma grande variação de benefícios de desempenho entre os pacientes  PABI.

Quem inventou a tecnologia do ABI e quem desenvolveu o novo PABI ?

O House Ear Institute desenvolveu a primeira tecnologia ABI .  Gerações posteriores de eletrodos PABI foram desenvolvidos em cooperação entre HEI e Cochlear Corporation. Huntington Memorial Research Institutes (HMRI) desenvolveu o arranjo do eletrodo penetrante em cooperação com HEI e Cochlear Corporation.

Que problemas de saúde tornariam alguém um candidato para o PABI/ABI versus o implante coclear (IC)?

Neurofibromatose Tipo II (NF2), uma doença  hereditária que causa total perda de audição pelo crescimento de tumores bilaterais nos nervos vestibulares, necessita de cirurgia para a remoção dos tumores.  Em muitos casos um ABI é implantado durante a cirurgia que remove os tumores para dar ao paciente os meios de receber algum som. (Há raros casos de ausência bilateral do nervo coclear ou dano bilateral no nervo coclear , devido a acidentes, onde um ABI poderá ser indicado).

Os indivíduos que têm a versão anterior (ABI) poderão atualizar seus implantes para o PABI ?

Individuos que têm o ABI anterior não poderão atualizar seus implantes sem cirurgia adicional e a aceitação de uma condição de teste clínico de PABI. A remoção e subtituição de eletrodos não é recomendada, entretanto, um paciente pode considerar implantar no outro lado um PABI mais novo em um teste clínico.

Quais são os riscos para a saúde, envolvidos na cirurgia/implante do PABI/ABI ?

Como com qualquer dispositivo protético, o paciente deve entender que o dispositivo pode não funcionar para ele, e que poderá haver efeitos desconhecidos provenientes do uso prolongado.

Qual é o período de recuperação após o procedimento do implante PABI, e existe algum  tipo de terapia auditiva ou reabilitação disponibilizada subsequentemente?

Há habitualmente uma semana de internação hospitalar pós cirurgia, seguida de um período de 6-8 semanas de recuperação em casa, e então, sessões de reabilitação no the House Ear Institute como parte de acompanhamento contínuo.

Podem dar um exemplo ou demonstração do que um candidato ao PABI poderá ouvir com este dispositivo?

É compreensível que todos gostariam de saber a qualidade de som que um candidato ao PABI poderá ouvir. Isto é algo muito difícil de demonstrar pois de fato, apenas o usuário do PABI poderá efetivamente ouvir e a qualidade do som poderá variar entre os usuários de PABI. Usuários do ABI existente descrevem o som, com frequência , como sendo amortecido ou como o de uma estação de rádio fora da sintonia.  É possível que os usuários de PABI possam ouvir uma escala maior de frequência de sons e que recebam uma qualidade de som menos amortecida.  

Podem, por gentileza, dar os nomes dos cirurgiões que  realizaram  este procedimento, e os engenheiros e cientistas pesquisadores que desenvolveram a tecnologia e o dispositivo?

Os cirurgiões foram William Hitselberger, M.D., neurocirugião, e Derald E. Brackmann, M.D., neurotologista. Steve Otto, CCC-A, é o audiologista pesquisador que trabalha com  pacientes ABI e PABI,  Robert V. Shannon, Ph.D. e sua equipe de pesquisa no HEI  desenvolveram a metodologia de programação para o PABI. Doug McCreery, Ph.D., HMRI, desenvolveu o arranjo do eletrodo penetrante para o dispositivo. O dispositivo PABI foi fabricado por Cochlear Limited. A cirurgia foi no St. Vincent Medical Center em Los Angeles.

DESCRIÇÃO DO  PABI :

O Implante do Eletrodo Penetrante Auditivo no Tronco Cerebral  (PABI) é um dispositivo protético  destinado a restaurar algum grau de funçaõ auditiva para pessoas ensurdecidas por  schwanomas vestibulares bilaterias (tumores em ambos os nervos do equilíbrio).

O PABI é baseado na tecnologia do implante coclear (IC).  É uma versão modificada do Implante Auditivo no Tronco Cerebral (ABI) com a adição de uma montagem de microeletrodos projetados para penetrar na parte auditiva do tronco cerebral para produzir estimulação localizada no núcleo coclear e mandar sinais auditivos para o cérebro. 

Desde o início de seu desenvolvimento pelo the House Ear Institute em 1979, o Implante Auditivo no Tronco Cerebral (ABI) já foi implantado em mais de 350 pessoas em todo o mundo. Recebeu a aprovação do FDA em 2000, como dispositivo médico e é o único dispositivo que pode restaurar audição limitada a pessoas que não têm nervos auditivos restantes.

BENEFÍCIOS POTENCIAIS DO PABI :

A maiorias dos portadores de NF2 que irão receber o PABI, se beneficiam do dispositivo através de consciência aumentada do som, a qual auxilia na leitura labial.

Devido a poucos portadores de NF2 com ABI serem capazes de entender a fala sem leitura labial, o nível de desempenho alcançado com o ABI é inferior ao obtido por pessoas com um implante coclear (IC).

Pesquisa sobre o implante coclear demonstra que a compreensão da fala requer estimulação precisa de diferentes regiões da frequência de sons. A hipótese é que a superície dos eletrodos do ABI pode dar apenas ativação limitada de frequência de sons, ao passo que os eletrodos IC , cada um induz claramente diferentes frequências sonoras. O motivo disto pode ser devido aos eletrodos superficiais do ABI não estarem  muito intimamente associados com a organização específica da frequência sonora do sistema nervoso auditivo. Supõe-se que, o mais recente PABI e a microestimulação de frequência seletiva fornecida pelo seu arranjo de eletrodo penetrante, possa dar uma compreensão da fala mais próxima a aquela vivenciada pelos usuários do implante coclear multi-canal. O dispositivo PABI também pode funcionar como o já existente ABI pois ele também tem um arranjo de eletrodos de superfície. 

CANDIDATOS PARA O PABI : 

Assim como o ABI, o PABI destina-se principalmente para pacientes que sofrem de Neurofibromatose Tipo II (NF2), uma doença hereditária que pode causar surdez total pelo crescimento de tumores bilaterais nos nervos vestibulares. Devido a localização destes tumores, a sua remoção normalmente requer a disecção do nervo auditivo. Um implante coclear não pode ser utilizado pois o nervo auditivo não consegue mais levar os sinais da coclea para o núcleo coclear no tronco cerebral. 

(Há raros casos de ausência bilateral do nervo coclear ou dano bilateral ao nervo coclear devido a acidentes, onde um PABI poderia ser indicado).

PESQUISA E DESENVOLVIMENTO :

O projeto PABI é uma colaboração do the House Ear Institute (HEI), Huntington Medical Research Institutes (HMRI) e Cochlear Corporation para o desenvolvimento de uma prótese auditiva central baseada na microestimulação.

Microeletrodos penetrantes para a estimulação do núcleo coclear humano tem sido desenvolvidos por mais de 12 anos.

Os funcionários do Neural Engineering Program no HMRI têm larga experiência no desenvolvimento de eletrodos de estimulação e no desenvolvimento de protocolos de estimulação elétrica segura do tecido nervoso.

O ferramental para o implante do arranjo no tronco cerebral também foi desenvolvido  no HMRI. As dimensões físicas do arranjo do eletrodo PABI foram baseadas nos dados de estudos anatômicos do tronco cerebral auditivo humano, dirigidos no HEI, pelo Dr. Jean Moore. Os pacientes que recebem PABI no House Ear Clinic serão avaliados no Department of Auditory Brainstem Implants and Perception no HEI, onde a equipe tem larga experiência na avaliação de pacientes totalmente surdos com implantes ABI e cocleares . 

Fonte :

The ASHA Leader – Vol.7 – No. 12
Por Susan Boswell
House Ear Institute – www.hei.org


ABI no Brasil

 



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Ultima Atualização: 01 de Março de 2007 as 10:00 horas
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